DJI Agras T100: Guia de Mapeamento e Operações de Pulverização
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DJI Agras T100: Guia de Mapeamento e Operações de Pulverização
O DJI Agras T100 permite passar de mapping para planejamento de rotas, prescription maps e diferentes operation modes. O ponto principal é separar mapping, que cria ou melhora o modelo digital do campo, da operação, que define como o drone aplica sobre esse campo.
Este guia reorganiza o manual T100 desde flow calibration até Route, Fruit Tree, A-B Route, Multitask e Manual/Manual Plus.
Resumo: recalibre o flow meter quando a viscosidade mudar, quando a quantidade real e teórica diferirem de forma importante ou quando a configuração de entrega mudar. Mapping pode gerar HD map. Prescription maps podem vir de cloud ou microSD quando compatíveis. Route e Fruit Tree usam planejamento completo; A-B Route cria passadas com dois pontos; Multitask sequencia campos; Manual/Manual Plus atende áreas menores ou irregulares.
1. Flow calibration
A DJI orienta recalibração com mudança de viscosidade, diferença relevante entre aplicação real e teórica ou alteração de hardware de entrega que exija nova calibração.
2. Sequência de calibração
- aproximadamente 2 L de água no tanque;
- abrir flow calibration em Operation View;
- iniciar;
- aguardar resultado;
- se falhar, abrir notification, corrigir e repetir.
Se cancelada, o sistema continua usando os dados anteriores.

3. Mapping Operation
Captura imagens da área e reconstrói um HD map que pode apoiar Identify Field, Route e Fruit Tree.
4. Workflow básico
- Route Mapping ou Fruit Tree Mapping;
- adicionar boundary points;
- ajustar rota;
- salvar field;
- selecionar task;
- executar mapping flight;
- aguardar reconstruction.
5. Mapping interrompido
Se a operação for pausada/parada e um novo field for adicionado, a anterior não é simplesmente retomada. Reconstruction pode ser reiniciada da operation list.
6. Uso do HD map
O resultado pode ser salvo, usado para planejamento e enviado ao cloud para acesso em outro remote controller vinculado à conta.
7. Base cartográfica
Ao adicionar pontos com crosshair, use reconstructed HD map ou outra fonte de qualidade. Boundary e obstacle dependem dessa base.
8. Prescription maps
- download via Cloud no DJI Agras;
- import por microSD de tasks compatíveis, incluindo DJI Terra ou ferramentas suportadas.
Depois do import, a task aparece na operation list.

9. Route planning
- Operation View > Route;
- task type;
- boundary;
- obstacles/non-spraying areas;
- gerar rota;
- Flight Route Settings;
- salvar.
10. Task areas
Um field pode ser dividido em áreas com parâmetros diferentes.
11. Fruit Tree
Voltado a orchard-style geometry com reconstructed mapping, boundary/calibration points e visualização relativa de route height em 3D quando suportado.
12. Antes de executar
Posicione em área aberta/plana, ligue os sistemas, selecione o field correto, configure task settings e revise a rota.

13. Rectify Offset
Quando o mapa digital não coincide com o campo real, ajuste a posição antes de iniciar.
14. Connection Points
Guiam trânsito entre launch area e route e podem influenciar RTH. Configure de acordo com o ambiente.
15. Comportamento automático
O drone vai até a route, mantém heading planejado e pulveriza nos trechos ativos, sem pulverizar route-spacing ou non-spraying segments.
16. Pausa e breakpoint
Mover roll ou pitch pode pausar a task. O drone hovera e grava breakpoint; Resume retorna a um ponto permitido e continua.
17. A-B Route
Registre Point A e Point B, ajuste heading e deixe o DJI Agras gerar variantes left/right.
18. Posição A/B
Depois de gravada, a posição não é simplesmente editada. Para mudar o ponto, crie uma nova A-B operation.
19. GNSS e VLOS
A-B Route simplifica planejamento, não elimina posicionamento adequado e supervisão.
20. Multitask
Permite selecionar vários fields, cada um com parâmetros próprios ou settings comuns. Após uma task, o app mostra summary e transiciona para a próxima.

21. Manual
Útil em áreas pequenas ou irregulares com controle direto.
22. Manual Plus
Pode fazer shifts laterais e pulverizar automaticamente em forward, backward ou diagonal; não pulveriza quando move sideways. Spray amount, speed e height podem ser ajustados; line spacing fica fixo depois de configurado.
23. Escolha do modo
| Modo | Melhor uso | Responsabilidade |
|---|---|---|
| Route | Field estruturado | Boundary, obstacle, route, settings |
| Fruit Tree | Orchard/3D | Reconstruction e route height |
| A-B | Passadas rápidas | Posicionar A/B corretamente |
| Multitask | Vários fields | Verificar cada task e trânsito |
| Manual/Plus | Áreas irregulares | Controle direto e VLOS |
24. Spreading é separado
Material granular usa seu próprio sistema, feeders e calibração. Não misture o workflow de spray com spreading.
25. Erro: pular calibração
Viscosidade e configuração podem tornar dados antigos menos confiáveis.
26. Erro: mapa impreciso
Boundary ruim pode vir da base cartográfica, não do drone.
27. Erro: ignorar Connection Points
O caminho até o field também faz parte do planejamento.
28. Erro: ligar motores cedo demais
O manual alerta que isso pode cancelar uma operação preparada em certos workflows e exigir recall.
29. Workflow profissional
Antes: fields, products, prescription.
No local: validar boundary/obstacles.
Antes do tank: calibration.
Antes do field: route, task, connection, RTH.
Depois: summary, bateria, produto e breakpoint.
30. Log recomendado
- field;
- operation mode;
- produto;
- última calibration;
- route settings;
- prescription;
- interrupções;
- breakpoints;
- resultado;
- ajustes.
31. Retomada após interrupção
Quando uma task é pausada por bateria, produto ou condição operacional, use o breakpoint e o workflow de resumption em vez de criar uma nova rota improvisada. Confirme o ponto de retorno antes de retomar.
32. Operações com vários campos
Multitask reduz a necessidade de reabrir cada task manualmente, mas cada field ainda precisa ser validado. Não aplique parâmetros genéricos a todos sem revisar se cada área realmente usa o mesmo produto, taxa e geometry.
33. Perguntas frequentes
Quando recalibrar?
Mudança de viscosidade, diferença real/teórica relevante ou alteração do sistema conforme o manual.
Mapping faz o quê?
Cria HD map para planejamento.
Prescription maps?
Cloud ou microSD quando compatíveis.
Posso pausar?
Sim, com breakpoint e resumption.
Route e A-B são iguais?
Não.
Vários fields?
Sim, com Multitask.
Fonte e revisão
Fonte principal: DJI AGRAS T100 User Manual v1.0 (2025.11), páginas 48–55.
34. Planejamento com reconstructed HD map
Depois que a reconstruction termina, o HD map pode apoiar Identify Field e Route Planning. Salvar o resultado na field list permite reutilização em Route ou Fruit Tree, e o manual também descreve upload ao cloud para vincular o resultado à conta e acessar de outro remote controller.
Isso cria um workflow de equipe: um operador pode realizar mapping e outro, devidamente conectado à mesma estrutura de dados, pode abrir o campo posteriormente.
35. O que revisar antes de confiar em um field antigo
Mesmo que o field já esteja salvo, valide se boundary, obstacle e non-spraying areas ainda representam a realidade. O mapa digital é uma referência operacional, não uma garantia de que o ambiente físico não mudou.
36. Prescription task antes da decolagem
Depois de importar via Cloud ou microSD, confirme que a prescription task pertence ao field correto e que o task data é compatível. O fato de o arquivo aparecer na operation list não substitui a revisão da operação antes do takeoff.
37. Route Settings como etapa própria
Depois que o DJI Agras gera a rota, abra Flight Route Settings e revise os parâmetros antes de salvar. Separar “field geometry” de “route settings” ajuda a perceber que um boundary correto ainda pode ter parâmetros de voo/aplicação inadequados.
38. Fruit Tree e route height
Em Fruit Tree, o reconstructed map pode ser usado para observar relative route height em 3D quando suportado. Revise essa geometria antes de iniciar; orchard planning não deve ser tratado como Route 2D comum.
39. Rectify Offset antes de iniciar motores
Se a posição digital e física não coincidem, corrija o offset enquanto ainda está na etapa de preparação. Isso é mais controlado do que tentar compensar visualmente depois de a missão começar.
40. Connection Point e RTH devem ser pensados juntos
O Connection Point pode influenciar o caminho entre launch area e task e também o RTH. Revise obstáculos nesse corredor e escolha a altitude de retorno conforme o ambiente real.
41. Pause, breakpoint e resumption
Durante Route/Fruit Tree, roll ou pitch pode pausar a operação. A aeronave hovera e grava breakpoint. Ao selecionar Resume, retorna a um ponto permitido e continua. Registre esse evento quando a pausa foi causada por bateria, produto ou condição de campo para que a equipe saiba por que a task foi interrompida.
42. A-B Route: registre A e B com intenção
Como os pontos A e B não são simplesmente reposicionados depois de registrados, escolha-os com atenção. Se um ponto foi criado no local errado, iniciar uma nova A-B operation é o caminho descrito pelo manual.
43. Multitask não elimina revisão individual
Selecionar vários fields cria uma sequência, mas cada campo ainda pode ter task parameters próprios. Antes de iniciar, verifique produto, settings e transit path de cada item selecionado.
44. Manual Plus: o que muda durante o voo
Manual Plus permite alterar spray amount, flight speed e height above vegetation durante a operação. Line spacing permanece fixo depois de configurado. O sistema pulveriza em movimento forward, backward ou diagonal, mas não durante movimento sideways.
45. Checklist de uma Route operation
- flow calibration válida;
- field correto;
- boundary revisado;
- obstacles/non-spray areas;
- Rectify Offset se necessário;
- Connection Point;
- Flight Route Settings;
- produto e task data;
- RTH path/altitude;
- Operation View revisada antes do start.
46. Evidência útil quando a operação não sai como planejado
Registre field, mode, route settings, screenshot do mapa, calibration status, HMS e ponto exato onde a task mudou ou parou. Esses dados separam problema de planejamento, aplicação, positioning e hardware.
34. Planejamento com reconstructed HD map
Depois que a reconstruction termina, o HD map pode apoiar Identify Field e Route Planning. Salvar o resultado na field list permite reutilização em Route ou Fruit Tree, e o manual também descreve upload ao cloud para vincular o resultado à conta e acessar de outro remote controller.
Isso cria um workflow de equipe: um operador pode realizar mapping e outro, conectado à mesma estrutura de dados, pode abrir o campo posteriormente.
35. O que revisar antes de confiar em um field antigo
Mesmo que o field já esteja salvo, valide se boundary, obstacle e non-spraying areas ainda representam a realidade. O mapa digital é uma referência operacional, não uma garantia de que o ambiente físico não mudou.
36. Prescription task antes da decolagem
Depois de importar via Cloud ou microSD, confirme que a prescription task pertence ao field correto e que o task data é compatível. O fato de o arquivo aparecer na operation list não substitui a revisão da operação antes do takeoff.
37. Route Settings como etapa própria
Depois que o DJI Agras gera a rota, abra Flight Route Settings e revise os parâmetros antes de salvar. Separar field geometry de route settings ajuda a perceber que um boundary correto ainda pode ter parâmetros de voo ou aplicação inadequados.
38. Fruit Tree e route height
Em Fruit Tree, o reconstructed map pode ser usado para observar relative route height em 3D quando suportado. Revise essa geometria antes de iniciar; orchard planning não deve ser tratado como Route 2D comum.
39. Rectify Offset antes de iniciar motores
Se a posição digital e física não coincidem, corrija o offset enquanto ainda está na etapa de preparação. Isso é mais controlado do que tentar compensar visualmente depois de a missão começar.
40. Connection Point e RTH devem ser pensados juntos
O Connection Point pode influenciar o caminho entre launch area e task e também o RTH. Revise obstacles nesse corredor e escolha a altitude de retorno conforme o ambiente real.
41. Pause, breakpoint e resumption
Durante Route/Fruit Tree, roll ou pitch pode pausar a operação. A aeronave hovera e grava breakpoint. Ao selecionar Resume, retorna a um ponto permitido e continua. Registre esse evento quando a pausa foi causada por bateria, produto ou condição de campo para que a equipe saiba por que a task foi interrompida.
42. A-B Route: registre A e B com intenção
Como os pontos A e B não são simplesmente reposicionados depois de registrados, escolha-os com atenção. Se um ponto foi criado no local errado, iniciar uma nova A-B operation é o caminho descrito pelo manual.
43. Multitask não elimina revisão individual
Selecionar vários fields cria uma sequência, mas cada campo ainda pode ter task parameters próprios. Antes de iniciar, verifique produto, settings e transit path de cada item selecionado.
44. Manual Plus: o que muda durante o voo
Manual Plus permite alterar spray amount, flight speed e height above vegetation durante a operação. Line spacing permanece fixo depois de configurado. O sistema pulveriza em movimento forward, backward ou diagonal, mas não durante movimento sideways.
45. Checklist de uma Route operation
- flow calibration válida;
- field correto;
- boundary revisado;
- obstacles/non-spray areas;
- Rectify Offset se necessário;
- Connection Point;
- Flight Route Settings;
- produto e task data;
- RTH path/altitude;
- Operation View revisada antes do start.
46. Evidência útil quando a operação não sai como planejado
Registre field, mode, route settings, screenshot do mapa, calibration status, HMS e ponto exato onde a task mudou ou parou. Esses dados separam problema de planejamento, aplicação, positioning e hardware.
Planejamento bom precisa de hardware disponível
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