Procedimentos de emergência e manutenção DJI Agras T100

DJI Agras T100: Procedimentos de Emergência e Manutenção

DJI Agras T100: Procedimentos de Emergência e Guia de Manutenção

No DJI Agras T100, emergency response e manutenção posterior fazem parte do mesmo sistema. A resposta imediata tenta impedir que o evento piore; o return-to-service determina se a aeronave pode voltar ao trabalho depois.

Este guia organiza o manual por eventos: critical battery, navigation loss, C2 link loss, propulsion failure, aircraft out of control, crash, flyaway, fire, lift-system entanglement e manutenção pós-evento.

Resumo: priorize aircraft control e distância de pessoas. Critical low battery/voltage gera descida e landing automático; critical overheating exige land ou return home. Perda de RTK pode cair para GNSS; perda dos dois pode levar a Attitude mode. C2 loss segue Signal Lost Action. Single propulsion failure exige o procedimento direcional DJI e landing imediato; mais de um propulsion failure pode causar crash. Depois, preserve photos/logs, inspecione sistemas e não retorne ao serviço sem entender causa e condição.

1. Maintenance é preventivo

A DJI recomenda maintenance a cada 100 flights ou após mais de 20 flight hours como reminder geral. A tabela detalhada adiciona intervalos diários, mensais e específicos por componente.

Manutenção e LiDAR DJI Agras T100
Maintenance reminder e LiDAR cleaning.

2. Itens de cada manutenção geral

  • propellers worn/cracked/loose;
  • propeller washers;
  • plastic/rubber envelhecidos;
  • sprinkler atomization;
  • centrifugal disks;
  • spray-tank strainer;
  • sistemas expostos a chemicals, dust, impact ou warning.

3. LiDAR no fim do dia

Depois de a aeronave voltar à temperatura normal, use clean water, compressed/canned air e clean soft cloth. Para stains persistentes, pequena quantidade de álcool em damp cloth conforme o manual.

4. LiDAR: o que evitar

  • spray-tank liquid;
  • chemical agents;
  • esfregar granular dust;
  • desmontar protective dome sem autorização.

5. Emergência 1: obstacle não evitado

Se não houver brake automático, use o remote controller para brake ou maneuver away. Moving aerial obstacles exigem observação e manual avoidance.

6. Obstacle avoidance não substitui o piloto

Se o system não agir como esperado, recupere separação manualmente em vez de esperar uma nova tentativa automática.

7. Critical low battery/voltage

O aircraft desce e pousa automaticamente. O critical landing não pode ser cancelado.

8. Critical overheating

Land ou return home imediatamente.

Emergências DJI Agras T100
Obstacle, battery/temperature, navigation e C2 link.

9. Perda de RTK

Com fixed RTK, se RTK ficar unavailable, o T100 pode fall back para GNSS.

10. Perda de GNSS também

Se GNSS também desaparecer, o aircraft pode entrar em Attitude mode, com horizontal drift e sem precise horizontal positioning. Pouse assim que for seguro.

11. Hierarquia de navigation loss

  1. RTK disponível?
  2. GNSS disponível?
  3. Attitude mode?

12. C2 link loss

Se o controller signal ficar perdido por mais de 3 segundos, o aircraft executa RTH, Land ou Hover conforme Signal Lost Action.

13. Conheça a configuração antes da missão

Inclua Signal Lost Action no preflight para evitar descobrir a configuração durante o evento.

14. Single propulsion failure

A DJI orienta ajustar a direção para o aircraft seguir forward ao longo do arm do failed motor e fazer return/landing manual mantendo essa direção.

Depois: photos, complete flight logs e official/authorized support.

Propulsion failure e crash DJI Agras T100
Propulsion failure, out-of-control e crash response.

15. Mais de um motor

O manual alerta que múltiplas propulsion failures podem resultar em crash. Priorize personnel safety, battery isolation quando seguro, scene documentation e logs.

16. Aircraft out of control

Se houver risco para pessoas/building, evacue pessoas em um raio de 50 m, tente hover e use Smart RTH se possível. Emergency motor stop só é indicado quando reduzir um risco imediato maior e fará a aeronave cair.

17. Emergency motor stop não é recovery normal

Use apenas em condição extrema. Se manual control, landing ou RTH continuam viáveis, são rotas diferentes.

18. Crash procedure

  1. clear 50 m radius;
  2. photos;
  3. preserve/upload logs;
  4. não reutilizar battery;
  5. quando seguro, mover battery para open area away from flammables;
  6. contact support/dealer.

19. Pós-crash inspection

  • airframe;
  • propulsion;
  • battery interface;
  • radar/LiDAR/vision;
  • landing gear;
  • arms;
  • payload hardware.

20. Battery envolvida em crash

Não deve ser reutilizada.

21. Flyaway documentation

Registre model, time, location, task status, last direction/heading e outros detalhes. Se GNSS for perdido, a localização atual pode deixar de aparecer.

22. Fire response

Priorize afastar pessoas e materiais inflamáveis e seguir current battery safety guidance, local emergency procedures e disposal rules. Não improvise com damaged battery.

23. Lift-system entanglement

A função Cable Cut libera o payload para proteger a aeronave. Garanta unauthorized personnel fora do drop area; o manual especifica 5 m.

24. Maintenance cycle depois de eventos

A tabela inclui controller, battery slider, connectors, middle frame, lock levers, landing gear, arm wiring, radar, LiDAR, battery connectors, motors, props, ESC, RTK/SDR, vision, hoses, pumps e sprinklers.

LiDAR e battery maintenance DJI T100
LiDAR e battery connector checks.

25. Battery/power interface

Procure corrosion, black contamination, difficult insertion/removal e damaged surfaces.

26. Arms/frame

Cracks, connectors deformados, abnormal gaps, loose screws e wiring protection gasta.

27. Propulsion

Motor stutter/looseness, covers, propeller cracks e ESC condition.

28. Radar/LiDAR/vision

Dano, sujeira, corrosion e HMS. Contamination pode reduzir performance antes de hard failure.

29. Spraying system

Hoses, leaks, pump, sprinkler, strainer e flow meter afetam application accuracy.

30. Return-to-service checklist

  1. warning e event sequence;
  2. operation mode;
  3. photos;
  4. preserve logs;
  5. inspecionar affected e connected systems;
  6. impact/heat/fluid ingress/corrosion/connectors;
  7. não reutilizar crash battery;
  8. repair/replace após identificar fault path;
  9. functional checks antes do próximo voo.

31. Tabela de prioridade

Evento Prioridade Depois
Obstacle Manual control/separation Sensing/settings
Critical battery Landing area Battery review
RTK loss Check GNSS Positioning diagnosis
RTK+GNSS loss Manual control / land Logs
C2 loss Signal Lost Action Link/config
Single motor DJI recovery + land Photos/logs/support
Crash Personnel safety Battery, photos, logs

32. Preserve evidence antes de firmware

Capture HMS, screenshots, photos e logs antes de alterar software ou instalar peça.

33. O que enviar ao suporte

  • model/serial;
  • data/hora;
  • operation mode;
  • warning/HMS;
  • photos/videos;
  • flight logs;
  • battery usada;
  • contexto relevante;
  • checks já realizados.

34. Frota inteira após um evento

Se o problema estiver ligado a chemical exposure, dust ou handling, considere inspecionar outras unidades que passaram pelo mesmo cenário. Isso não significa assumir falha, apenas aplicar o learning do evento.

35. Retorno ao serviço deve ser uma decisão documentada

Registre o que foi encontrado, o que foi substituído ou limpo, quais tests foram executados e quem liberou a aeronave. Isso cria rastreabilidade para o próximo operador.

36. Perguntas frequentes

Maintenance interval geral?

100 flights ou mais de 20 hours, além dos intervalos específicos.

Perdeu RTK e GNSS?

Pode entrar em Attitude mode; land assim que seguro.

Signal loss?

Após mais de 3 s segue RTH/Land/Hover configurado.

Um motor falhou?

Existe procedimento de controlled return/landing, seguido de inspection.

Battery pós-crash?

Não reutilizar.

LiDAR?

Clean water, air e soft cloth após esfriar; sem spray chemical.

Fonte e revisão

Fonte: DJI AGRAS T100 User Manual v1.0 (2025.11), páginas 43–47 e 70–78.

37. Classifique o evento antes de iniciar manutenção

Separe o ocorrido em navigation, C2 link, battery/temperature, propulsion, crash/impact, sensing ou application system. Essa classificação ajuda a escolher quais componentes e logs devem ser inspecionados primeiro.

Um warning de navigation, por exemplo, não deve iniciar automaticamente uma troca de motor; da mesma forma, um crash exige inspeção além da peça visualmente quebrada.

38. Navigation loss: registre a sequência

Quando RTK se perde, registre se o aircraft continuou em GNSS. Se GNSS também foi perdido, registre quando a aeronave entrou em Attitude mode e qual foi a resposta do piloto. A sequência RTK → GNSS → Attitude ajuda a reconstruir o evento.

39. C2 link loss: preserve configuração e timing

Registre Signal Lost Action e quanto tempo a conexão permaneceu perdida. O manual estabelece que, depois de mais de três segundos, a aeronave executa a ação configurada. Se o link voltou durante RTH, registre se o piloto cancelou ou deixou o retorno completar.

40. Propulsion failure: documentação precisa por posição

Depois de uma single propulsion failure, além de photos e logs, registre a posição do motor afetado e a direção de recuperação utilizada. Não anote apenas “motor failure”. Em uma aeronave com múltiplas estações de propulsion, a posição ajuda a investigação e a identificação da peça correta.

41. Crash: inspeção em sistemas conectados

Um crash pode transmitir impacto da propeller para motor/arm, do landing gear para frame e da estrutura para battery interface ou sensor mounting. Por isso a return-to-service inspection deve considerar sistemas conectados, mesmo quando o dano visível parece localizado.

42. Battery event e crash battery são coisas diferentes

Critical low battery/voltage descreve um comportamento de energia durante o voo. Uma battery envolvida em crash, por outro lado, não deve ser reutilizada segundo o manual. Registre claramente qual cenário ocorreu para evitar que a equipe misture os dois.

43. LiDAR depois de spraying

O manual recomenda cleaning ao fim do dia depois de a aeronave voltar à temperatura normal. Se um emergency event ocorreu durante uma jornada com químicos ou poeira, documente também a condição do optical window antes da limpeza, especialmente quando houve HMS de sensing.

44. Return-to-service precisa de fechamento

  • causa provável identificada;
  • affected system inspecionado;
  • connected systems inspecionados;
  • photos/logs preservados;
  • battery decision registrada;
  • parts repair/replacement documentados;
  • functional check concluído;
  • aircraft liberado para próxima operação.

45. Maintenance history transforma emergência em prevenção

Depois de encerrar o evento, adicione o finding ao maintenance log. Se a causa estiver ligada a desgaste, contamination, loose connector ou handling, esse histórico pode ajudar a detectar o mesmo padrão mais cedo em uma inspeção futura.

46. Use photos e logs como um par

Photos mostram dano, posição e condição física; flight logs mostram o que o sistema registrou durante o evento. Os dois tipos de evidence se complementam e devem ser preservados antes de alterações importantes.

47. Não confunda ausência de dano visível com liberação para voo

Depois de crash, propulsion failure ou warning crítico, a return-to-service checklist ainda exige inspeção dos sistemas afetados e functional checks. Uma carcaça aparentemente intacta não encerra o processo.


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